Basquete do Palmeiras é mais marginalizado do que Pixote


Assim como no filme, "Pixote, a lei do mais fraco", de Hector Babenco, que retrata a marginalização da personagem Pixote e de outros infinitos menores abandonados na Cidade de São Paulo, o basquete do Palmeiras sofre pelo mesmo caos. É marginalizado por sua alta cúpula, por muitos torcedores e conselheiros. A verdade é crua e dói. Respiramos por aparelhos e olhe lá.  Uma vez  que o basquete adulto foi extirpado , dependemos da vontade alheia dos conselheiros e do próprio Paulo Nobre, o maior responsável pela enorme tristeza no semblante do verde. O que nos resta para nós torcedores é a base. Essa que está fazendo bonito e que todos os times são competitivos.
Maxi é ídolo do Palmeiras, mas Paulo Nobre deve nem saber de sua existência (Foto:Folhapress)


A bem da verdade é que o grande prejudicado pelo  fim do basquete adulto do Palestra não é a bela história na modalidade tampouco seus dirigentes. O grande prejudicado é a torcida que em tese seria o maior patrimônio do clube.  Em tese. A torcida que foi a mesma que apoiou o time em qualquer momento, principalmente nos mais tenebrosos  e a que até criou conta no Twitter para conseguirem patrocínio.  Divulgando a causa e ainda assim fez o dialogo com empresas para investir no Palmeiras. Todavia, o interesse de Paulo Noibre e sua trupe sempre foi em terminar com o basquete. O motivo? Tem várias causa, mas fico com as palavras do excelente jornalista Leandro Lamin.  Para ele: ‘’ O basquete do Palmeiras não gera interesse no conselho nem desperta o desejo dos diretores, por uma série de razões que desprezo neste momento, mas que terminam num mesmo lugar: não geram voto, não causam simpatia massiva dentro da artificial vida social do clube, um universo paralelo e deplorável. Funciona como uma encheção de saco e uma pequena bancada excêntrica para abnegados que são tratados com desdém. Quando a abnegação fica, de tantos dias ruins, fraca, apanham até ceder. Asfixiados pelo tempo, que é deliberadamente controlado pelo reeleito homem forte, e dominados por um tipo contundente de inoperância, incompetência politica, foram para a lona bem antes da queda final’’ http://espnfc.espn.uol.com.br/palmeiras/o-periquitao/5133-mataram-o-basquete-do-palmeiras

Torcida do Palmeiras era o 6 jogador do time (Foto: Fabio Menotti/Divulgação)


Até mesmo em Brasília, a torcida do Palmeiras acompanhava o basquete

Ademais, o futuro do basquete alviverde é uma imensa incógnita. Não se sabe se a base perderá sua força e se quando voltarão com o time adulto será direto ao NBB ou terá que passar pela Liga Ouro (segunda divisão). Caso seja pela segunda opção o retorno do time adulto será mias fácil e o investimento será ínfimo e ai que a base tem que ser usada.  Afinal temos ótimos valores. Falo de Murilo, Egon, Italo, Cadu, Nicolas Oliveira e Nicolas Ronsini, Goiânio,  Yago, entre outros.

Egon é um dos destaques do juvenil do Palmeiras (Foto:Cadu Fukushima/JGCOM)


Em suma, só o futuro irá nos dizer o que acontecerá com a Sociedade esportiva Palmeiras. Espero que o basquete em um curto período de tempo volte, mas diferente. Sua torcida não merece passar o sofrimento e o desgaste que sofreu.


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