Novos ventos soprando a velha poeira dos olhos.

A empolgação da torcida não podia ser diferente, excluindo os primeiros semestres dos anos de 2008 e 2012, leia-se o título paulista e o da copa do Brasil, respectivamente, foram longos 12, 13 anos com apenas times passando do medianos até os catastróficos, vide o nosso centenário, esplendoroso pela torcida mas um fiasco total dentro de campo, marcado por alguns graves erros de gestão, os quais estamos cansados de ouvir e não convém reporta-los aqui, até pra manter a pegada “EMPOLGOU” que ecoa pelas arquibancadas e redes sociais. 

Essa empolgação deve-se, primordialmente, pela montagem de um time que é, na visão mais pessimista, um time competitivo. Enxergo nesse time, mais sólido a cada jogo, aliado a capacidade já comprovada e demonstrada pelo Marcelo Oliveira de montar times ofensivos e vistosos, a possibilidade de poder superar qualquer time no Brasil. É lógico que títulos podem não vir esse ano, a probabilidade é considerável, mas, com a manutenção do que está ocorrendo neste início do novo mandato do Nobre, os anos seguintes encontrarão um Palmeiras ainda mais consolidado, com certeza os títulos virão. Excluindo a possibilidade de um azar tremendo, passaremos longe de fazer figuração em qualquer campeonato que participarmos, entraremos para ganhar.
 
 É preciso destacar uma mudança de postura do clube com relação ao planejamento, a política de contratação de jogadores e a gerência do futebol, carro chefe da Sociedade Esportiva Palmeiras. Bem verdade, Paulo Nobre cometeu ( e ainda comete) erros a frente da gestão do futebol do clube, tais como: a precificação do ingresso e alianças com pessoas do tipo Andrés Sanches, no que se refere a MP do Futebol. Sabemos que esses erros não se justificam e cobrá-lo é justo. Há que se ressaltar o comprometimento com as finanças do clube, questionável apenas colocar dinheiro próprio, ao qual permitiu uma nova realidade este ano, aliado a isso, a reformulação do departamento de futebol e reestruturação física que o clube também atravessa.

 Mas nada disso seria possível, ou seria mais dolorido, sem essa torcida espetacular, a torcida, como sempre, abraçou o clube, mesmo em momentos ruins a torcida compareceu, lotou estádio nos momentos mais improváveis, em certo momento levou o clube nas costas. E por falar em levar o clube nas costas, a torcida entendeu que ser sócio torcedor é a maneira mais rápida de contribuir para um Palmeiras mais forte e competitivo a cada ano, quando as perspectivas jogavam fortemente contra, a torcida fez o Avanti explodir, injetando milhões no clube, o resultado foi a montagem de um dos melhores times e elenco do país. É também uma resposta a nova mentalidade, se a torcida é comprometida com ventos contra, imagina com ventos a favor? Não a toa o Avanti atropela os demais e bate recorde dia pós dia. É volta por cima de um clube gigante. O status de clube parado no tempo começa a desfalecer, o que se projeta a médio e longo prazo é a volta ao protagonismo no cenário nacional, a empolgação não é à toa mas é preciso ponderar em determinados momentos, que cabe somente a gestão profissional do clube, torcedor tem que empolgar, torcer e comemorar mesmo. 

Enfim, os novos ventos começam a soprar, a poeira antiga, que cegava, que sujava, começa a ser soprada pra longe, a esperança é que não seja apenas uma brisa, que seja um grande vendaval, da magnitude que esse clube é, que precisa e que merece. Esperamos que essa gestão faça a sua parte porque a parte dessa maravilhosa torcida está garantida, sabe porquê? Porque eu e você cantamos juntos, independente de tempo ou lugar:" EU SOU PALMEIRAS ATÉ MORRER."

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